Crescimento nas vendas torna mercado atrativo
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segunda-feira, 19 de janeiro de 2004
Equipe da Folha 
Curitiba - De acordo com Marcos Sorrilha, da Sibrape, o Brasil consome cerca de 80 mil piscinas ao ano, sendo um terço de cada um dos três tipos existentes (construção de concreto armado, vinil e fibra). ''A diferença é que o vinil vem tomando conta do mercado, porque permite personalizar, como o concreto, mas é mais barato. Do outro lado, as vendas de fibra e concreto vêm caindo'', afirma.
Na comparação entre preços, a piscina em fibra é a mais barata. O modelo no tamanho de 8m x 4m com 1m40 de profundidade que é o mais vendido nas lojas custa cerca de R$ 10 mil. Já uma piscina de proporção semelhante em vinil fica em torno de R$ 13 mil e de concreto em R$ 16 mil. Os modelos em vinil e concreto são comercializados por metro quadrado, e a variação de preços é grande. O modelo em vinil oscila entre R$ 300 o metro quadrado a R$ 600, e o de concreto gira entre R$ 500 a R$ 800.
Segundo Sorrilha, em 2002 e 2003 as vendas da Sibrape mantiveram-se estáveis, quando nos anos anteriores a empresa registrou um crescimento anual de 7%. ''A expectativa é que, com as notícias de melhorias no setor econômico do País, a empresa retome o crescimento'', diz, ressaltando que a tendência desse mercado é aumentar, em função da maior preocupação das pessoas com a saúde e o bem-estar, e principalmente com o lazer.
Para abrir uma revendedora pequena de piscinas, ele calcula a necessidade de um investimento inicial de no mínimo R$ 50 mil, fora o estoque, para a compra de equipamentos, bomba de água, mauinários, dispositivos de filtragem, entre outros itens. Já para abrir uma grande loja, é necessário um investimento quatro vezes maior. ''Essa é a tendência do mercado. Ter lojas com estrutura, com atendimento feito por profissionais engenheiros e arquitetos, que façam o projeto para o cliente e se responsabilizem por toda a montagem. Esses têm futuro''. (M.G.)


