Crédito para o campo e a cidade
O produtor rural londrinense Djalma Teixeira adquiriu durante a Expo 2011 um trator e um implemento no valor de R$ 140 mil, com apoio financeiro do Banco do Brasil. Com juros de 6,5% ao ano e prazo de 6 anos para pagar, ele considera que fez um 'bom' negócio. ''Acho que é uma boa forma de incentivar o produtor a melhorar sua tecnologia'', disse.
Já o dono da Dismafe Máquinas e Ferramentas, Carlos Euzébio, conseguiu aprovar um financiamento de R$ 500 mil para construir um novo barracão para a empresa por meio do BRDE. Ele terá carência de um ano e prazo de 10 anos para pagar, com juros de 0,8% ao mês. ''É um negócio muito bom. Poderíamos até fazer a obra com recursos próprios, mas ficamos com receio de nos descaptalizar demais.''
Para abrir uma segunda loja na cidade, o proprietário da doceria Hachimitsu, Nilo Kato, tomou R$ 360 mil via BRDE. Ele vai usar o recurso na compra de equipamentos. ''Não fosse o financiamento, não faria a expansão'', afirma Kato, que terá um ano de carência e 7 anos para pagar, com uma taxa de 5,5% ao ano. ''Esse crédito veio a calhar.'' (N.B.)





