Para o exercício de 2003, a Copel já está adotando providências para evitar futuros prejuízos. Conforme ata publicada nesta semana, a empresa informou ao Conselho de Administração que pretende reduzir, no mínimo em 20%, os gastos com custeio e investimentos. O orçamento de custeio deve ser reduzido de R$ 253,8 milhões no ano passado para R$ 222,5 milhões este ano. E os investimentos na empresa devem cair de R$ 311,2 milhões para R$ 229,8 milhões.
No corte de custeio, entram o cancelamento de contratos firmados com a Brementur, Tradener, Escoelétric, UEG Araucária, Companhia de Interconexão Energética, a agência Fischer América/Heads Comunicação e a Usina Hidrelétrica de Itiquira. A sociedade entre a Copel e a construtora DM, que resultou na criação da empresa Foz do Chopim Energética, que administra a usina Foz do Chopim também deverá ser revista, a pedido dos novos conselheiros da Copel.
O Conselho de Administração autorizou ainda o cancelamento de convênios celebrados com a Universidade Livre do Meio Ambiente (Unilivre), Universidade Livre do Esporte e a Fundação Parque da Ciência. Os pagamentos para essas entidades serão suspensos.

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