Correios e bancos estão na mira de e-mails
Os serviços prestados pelos Correios também não passaram imunes às ''coisas que ninguém conta pra gente''. O texto orienta que se enviar algo de pessoa física para pessoa física, em um envelope leve, que contenha duas folhas mais ou menos, e bem abaixo onde se coloca o CEP escrever ''Carta Social'' o cliente pagará somente R$ 0,01 por ela. De acordo com a mensagem, ''o preço que se paga pela mesma carta caso não escreva ''carta social'' fica em torno de R$ 0,27 (o grama)''.
Segundo o gestor de atendimento da Agência dos Correios de Londrina, Carlos Alberto Monteiro, a informação procede, mas a utilização do benefício deveria ser somente pelas camadas menos favorecidas da população. A ''carta social'' foi criada durante o governo do ex-presidente Itamar Franco com o objetivo de facilitar o acesso aos serviços postais à população carente. ''É uma questão de consciência, visto que não se exige qualquer identificação ou comprovação de renda'', analisa. A ''carta social'' tem algumas características: postagem máxima de cinco objetos por remetente; limite máximo de peso igual a 10 gramas; endereçamento efetuado de forma manuscrita, menção ''carta social'' acima das quadrículas reservadas à indicação do CEP, remetente e destinatário devem ser pessoas físicas; e a postagem diretamente no balcão da agência.
O e-mail também orienta sobre a utilização de serviços bancários pela internet (home banking), os mais fraudados atualmente na rede. As dicas são asseguradas pelo técnico em informática Geraldo Junior Xavier. Para verificar a autenticidade do site recomenda-se: minimizar a página. Se o teclado virtual for minimizado também está correto; sempre que entrar no site digitar a senha errada da primeira vez. Se aparecer uma mensagem de erro significa que o site é realmente do banco, porque o sistema tem como checar a senha digitada; sempre que entrar na página do banco, verificar se no rodapé da página aparece o ícone de um cadeado; além disso, clicar duas vezes sobre o ícone - uma pequena janela com informações sobre a autenticidade do site deve aparecer.
''Geralmente as senhas utilizadas na internet só são liberadas pelo gerente ou em caixas eletrônicos. É preciso cuidado com o fornecimento de dados pessoais para o preenchimento de cadastros gratuitos'', acrescenta Xavier. (C.V.)





