A Cooperativa Corol, de Rolândia, confirmou ontem o início das operações, no ano que vem, da indústria de suco pronto de laranja. ‘‘Será mais um produto com a marca e padrão de qualidade Corol’’, comentou o diretor técnico e industrial da cooperativa, Antônio Sérgio de Oliveira.
A Corol tem um projeto de citros em que os cooperados são integrados e a cooperativa oferece todo o suporte técnico e logístico, do plantio à comercialização, informou. O plantio teve início em 1991 e já atingiu em 1998 a marca dos 2 mil hectares plantados, com 130 produtores em 14 municípios da região. ‘‘Atualmente, o forte da comercialização tem sido de frutas in natura e em 1999 será inaugurada uma indústria de suco pronto para beber’’, confirmou.
A produtividade tem surpreendido com média de 3,5 caixas (40,8 kg) por planta, o que - aliado aos bons preços de comercialização - tem conferido ótima rentabilidade ao produtor, garante Antônio Sérgio. Em termos médios um pomar de cinco anos tem gerado uma receita bruta de R$ 3 mil/ha/ano. Entre as propriedades modelo está a fazenda da associada da Corol Jennifer Kaphan, cuja foto (de arquivo deste jornal), por infeliz coincidência, foi utilizada para ilustrar matéria publicada ontem sobre o fechamento da fábrica de sucos da Cocamar. Que, na realidade, não tem qualquer relação com o projeto Corol.
A Corol também tem projetos para aproveitar a mesma estrutura de sucos de laranja e processar acerola, maracujá e outras frutas cítricas.

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