A Corol já produz álcool, açúcar, suco de laranja e de uva dentro dos seus Projetos Integrados. Conforme Eliseu de Paula, outros investimentos estão sendo feitos para ampliar esse processo de verticalização através da instalação de um complexo de carne, moinho de trigo e uma nova destilaria de álcool, num investimento total de mais de R$ 200 milhões.
A indústria de carne, em parceria com um grupo norte-americano, e a participação de cerca de 500 pecuaristas do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul está em fase final de conclusão dos processos burocráticos junto aos órgãos governamentais, mas já possui área própria doada pela prefeitura de Rolândia e o projeto já foi apresentado aos bancos de fomentos para obtenção de financiamento.
Para o moinho de trigo já foi definido o terreno, também em Rolândia, inclusive com o anuncio do BNDES para a liberação dos recursos. Quanto à nova destilaria, o projeto está em fase de adesão junto aos cooperados. Ela será instalada, após a conclusão dos estudos técnicos, na região que engloba os municípios de Alvorada do Sul, Sertanópolis, Sertaneja, Primeiro de Maio ou Bela Vista do Paraíso.
O que Eliseu faz questão de ressaltar é que, apesar de todas as dificuldades e das amarras governamentais (burocracia, impostos abusivos, precariedade no transporte, pedágios, entre tantas outras barreiras), é de que a Corol, através de seus mais de 7.500 associados, acredita no potencial do Brasil.
''O setor produtivo está aí, gerando empregos, distribuindo riquezas, promovendo o desenvolvimento econômico e social, mas os nossos governantes precisam adotar medidas eficazes para que o País não continue sendo um verdadeiro carrasco daqueles que produzem'', complementou.

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