A Copel divulgou ontem, no site oficial do governo do Estado na Internet, que tem R$ 30 milhões imobilizados em peças, cabos e equipamentos de geração, transmissão e distribuição. Além disso, em função da demora dos processos de licitações e concorrências – a que são submetidas as empresas públicas – ao realizar uma compra, a empresa paga preços até 20% maiores que as empresas privadas. ‘‘Como estatal precisamos obedecer uma série de regimentos legais e isso encarece nosso processo de produção’’, diz Ferdinando Schauenburg, diretor financeiro da empresa.
Schauenburg diz que, além de manter uma alta soma imobilizada em peças e equipamentos, a empresa tem um custo anual de mais R$ 7,5 milhões para manutenção do estoque. ‘‘Uma empresa privada não necessita manter estoques tão grandes porque pode realizar compras a qualquer hora’’, disse. ‘‘Além disso, o custo de manutenção não passaria de R$ 2,5 milhões anuais, gerando uma sobra anual de R$ 5 milhões’’.

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