Desde quando começou a ser plantada a soja transgênica no Brasil, a Corol iniciou um processo de informação e de conscientização dos seus cooperados, ''sempre enfatizando a necessidade de se respeitar à legislação vigente no País'', garante Eliseu de Paula, presidente da cooperativa.
Paralelamente, segundo Eliseu, a Corol passou a adotar medidas para garantir a pureza da soja plantada pelos seus cooperados. Somente no ano passado 1 milhão de sacas foram certificadas pela empresa SGF - que atua em mais de 140 países. O processo envolveu treinamento específico de todo pessoal da cooperativa, incluindo técnicos, funcionários do graneleiro, classificadores, entre outros.
Nos últimos meses a Corol tem intensificado a campanha de esclarecimento dos produtos e ''continuará mantendo sua política de monitoramento para que possa garantida sua produção como soja convencional'', completa Paula.
Na Cocamar o uso de kits de identificação de soja transgênica começou em 2002. Segundo o gerente comercial da cooperativa, José Cícero Aderaldo, o produto foi implantado para controle de qualidade da soja recebida.
A análise é feita no momento do recebimento do produto com o teste de fita e, além da presença de OGM a cooperativa se preocupa em identificar também o teor de proteína e de óleo de toda a soja que será destinada à industrialização.

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