O consumidor do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), o gás de cozinha, está pagando mais caro pelo produto desde 1º de setembro. Levantamento da FOLHA em algumas revendoras de Londrina das principais marcas detectou que o aumento variou entre 7% e 10%. O motivo seria o reajuste dos salários e benefícios dos trabalhadores da categoria(dissídio coletivo), que possui data-base em setembro, além da recomposição dos custos dos insumos de produção, fretes e impostos. Conforme pesquisa da Agência Nacional do Petróleo (ANP), o preço médio do botijão de 13 quilos estava em R$ 40,41 no município, antes do aumento.
  Segundo José Luiz Rocha, presidente do Sindicato dos Revendedores das Distribuídoras de Gás do Estado do Paraná (Sinregás-PR), as companhias teriam notificado as revendas sobre o reajuste há vários dias. ‘‘Automoticamente, as revendedoras vão repassar aos consumidores. Isso não quer dizer que os valores vão subir da mesma forma. Além do dissídio, os empresários aproveitam este mês para fazer outros reajustes relacionados às suas despesas, como combustível, energia elétrica e telefone.
O preço é livre, cabe ao consumidor pesquisar para saber o que é mais interessante a ele’’.
  Fernandes Marcos Vieira, proprietário de revendedora da Ultragás, apontou que o último aumento – 6,6% – aconteceu em 13 de janeiro de 2010.


● Ação ajuizada no Tribunal do Trabalho para solucionar conflitos entre as partes coletivas que compõem uma relação de trabalho

● Inclui cada um dos elementos (matérias-primas, bens intermediários, uso de equipamentos, capital, horas de trabalho, etc) necessários para produzir mercadorias ou serviços

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