A primeira tendência mais evidente com a chegada da rede de quarta geração para Lucas Pinz, da PromonLogicalis, é o consumo de vídeos pelos dispositivos móveis. "Hoje, grande parte do tráfego de dados é de vídeo. Sabe-se que a qualidade de vídeo via 3G, em algumas localidade, é sofrível. Desta forma, o consumo de vídeo vai crescer e corresponder a 70% do consumo." Outra possibilidade serão as videochamadas.
"A grande revolução do 4G que vislumbramos no momento é o vídeo", reforça Cipriano, da Claro. Fazer download de filmes para assistir durante a viagem, streaming e videochamadas, na sua opinião, serão tarefas potencializadas pela nova tecnologia de comunicação.
Este ano, a operadora lançou serviço de vídeo sob demanda, sem necessidade de download, para assistir pelos dispositivos móveis, o Claro Vídeo. Na visão de Pinz, o 4G também dará às operadoras a oportunidade de concorrer com as chamadas OTTs (over the tops), de empresas que têm supremacia na área em que atuam, como Netflix e Facebook.(M.F.C.)

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