A situação das vitrines não é diferente em Londrina. Conforme o coordenador do Procon local, Carlos Neves Júnior, pelo menos uma reclamação sobre falta de informação nas vitrines é registrada no órgão a cada 10 dias. Segundo ele, o número de reclamações é alto, mas a maioria dos consumidores não formaliza o descontentamento. ''Às vezes, até na rua as pessoas me param para reclamar sobre isso'', conta.
Conforme Neves, não há um segmento específico que lidere as reclamações relacionadas à precificação. ''Grande parte do comércio incide nesses erros. Alguns não colocam o preço e outros disponibilizam de forma equivocada'', diz. Em momento oportuno, seguindo o cronograma do órgão - não divulgado por questões técnicas -, será realizada uma fiscalização no comércio local para verificar se os estabelecimentos estão cumprindo as exigências com relação à informação de preço dos produtos. ''Vamos verificar, também, como estão procedendo com a forma de pagamento, como recebimento de cartões de crédito e débito, por exemplo'', reitera.
O coordenador lembra que no final do ano passado o Procon realizou fiscalização em lojas de rua e nos shoppings para verificar se os preços praticados estavam adequados e se as etiquetas corretas. ''Além dessas ações, conduzimos visitas pontuais quando há denúncias'', complementa. (A.V.)

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