Curitiba - Os consumidores gostaram da redução do IPI, mas esperavam mais do Governo Federal. O aposentado Mauro Amorim disse que a redução do IPI é interessante para incentivar o consumo. ''Deveria haver um acompanhamento do governo para ver se as lojas estão repassando a redução do imposto'', destacou. Ele lembrou que isso ajuda a aumentar o consumo, mas também a arrecadação.
Para o projetista Dirceu Straioto, o preço dos produtos ficou mais barato e há boas ofertas. ''Se o governo baixasse definitivamente o IPI para estes produtos seria melhor. Hoje, os impostos são muito altos no Brasil e o retorno é pouco em áreas como segurança e educação'', disse.
A farmacêutica Andriane Aparecida Lopes está torcendo para que o governo prorrogue a redução do IPI. Ela comprou um apartamento no Litoral que ficará pronto em outubro e vai precisar de móveis e eletrodomésticos. ''Esta redução do imposto foi muito pequena, poderia ser mais'', disse.
Para fogões, a alíquota que era de 4% foi zerada. Para as geladeiras, o percentual foi reduzido de 15% para 5% e, para as máquinas de lavar, de 20% para 10%. A alíquota sobre tanquinhos também foi zerada (era de 10%).
No caso de móveis, a alíquota caiu de 5% para zero, laminados e revestimentos, de 15% para zero e luminárias, de 15% para 5%. (A.B.)

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