Buenos Aires- As atenções dos argentinos se dividem entre a escolha do próximo presidente, nas eleições de domingo, e questões do dia-a-dia, como as alternativas para ter em casa os insumos mais básicos. As baias reservadas às abóboras nos supermercados estão cheias. Boa parte da população não tem dinheiro para pagar até R$ 5 por quilo. E quem tem dinheiro não compra por postura política. Sabe que, pressionados, os comerciantes podem baixar o preço. O tema é recorrente num país onde se convive com a ameaça da inflação e muitos duvidam dos índices oficiais. Primeiro foi o tomate, que chegou a custar 18 pesos o quilo (cerca de R$ 11). Após um boicote convocado por associações de consumidores, voltou ao normal, oscilando de 1,30 a 5 pesos o quilo.

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