Consumidores aprovam o equipamento
Com a popularização das máquinas domésticas de café expresso, os apreciadores da bebida aproveitam. Embora o preço não seja dos menores, quem gosta de café paga. ''É um espetáculo, o café sai cremoso e bem encorpado'', aprova o comerciante Luiz Antonio Fertonani, que adquiriu há pouco mais de uma semana uma máquina italiana por R$ 460.
Ele comprou para deixar na sua loja, mas não resistiu e levou para a casa no final de semana. Depois de um churrasco, ele serviu café expresso para um grupo de uns quinze amigos. ''Todo mundo adorou. Disseram que era o churrasco mais diferente que já tinham visto'', diverte-se.
A máquina de Fertonani trabalha com café moído ou com sachê. ''Não gostei do sachê. O pó dá de dez a zero, faz um café bem mais encorpado, do jeito que eu gosto'', diz ele, que comprou o café em grão em loja especializada e pediu para moer na hora.
O comerciante acha que o preço do equipamento compensa. ''Há um tempo atrás era muito mais caro. É muito legal poder fazer o café na hora, um por um, é um ritual. O mais difícil é lavar a máquina depois'', diz. (G.M.)





