Consumidor pode economizar na CPMF
PUBLICAÇÃO
sábado, 01 de dezembro de 2007
Lívia Cerezoli<br>Agência Graffo 
Ao que tudo indica, a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) deve mesmo se tornar definitiva, já que a sua prorrogação até 2011 pode sair até o final deste ano. O texto da Medida Provisória que prevê a continuidade da cobrança do chamado imposto do cheque está em tramitação no Senado Federal.
A CPMF foi criada em 1993, através da Lei Complementar nº 77, como Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira (IPMF), com uma alíquota de 0,25%. Hoje a taxa é de 0,38%, mas depois de aprovada a prorrogação, a redução da alíquota deve cair cerca de 0,02% a cada ano.
Dessa forma, o valor previsto de arrecadação anual pelo governo cairia também. Em 2008 são esperados R$ 36,5 bilhões. Até 2011, o valor deve chegar a R$ 40,9 bilhões. Para este ano, a arrecadação deve atingir R$ 35,5 bilhões. A aplicação do recurso é divida em 0,20% para a Saúde, 0,10 para a Previdência e os 0,08% restantes para o Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza.
Enquanto tudo isso é discutido e votado, o consumidor continua pagando o tributo sobre tudo que compra. No entanto, existe algumas formas para gastar menos com a CPMF ou até mesmo evitar o pagamento. Acompanhe no quadro as principais dicas.


