''Um parceiro comercial.'' É assim que uma pessoa ou empresa deve enxergar seu banco, na opinião do consultor de finanças pessoais, Charles Vezozzo. E para que a parceria traga mais resultados positivos do que dor de cabeça, ele destaca alguns fatores que precisam ser levados em conta na hora de escolher a instituição financeira.
Antes de qualquer coisa, Vezozzo recomenda que o correntista identifique os serviços que são realmente necessários e fique atento com relação às taxas de juros cobradas por mais de um banco. ''A diferença pode ser de aproximadamente R$ 2 mil de um banco para outro e não podemos desprezar nenhuma taxa. Não precisa ir em dez bancos, mas pelo menos pesquisar dois ou três'', orienta.
Outro fator que precisa ser levado em conta, segundo o economista, são os valores iniciais para a abertura da conta. Além disso, Vezozzo recomenda que o consumidor se questione se existem e quais são as vantagens que o banco pode oferecer, baseado naquilo que irá cobrar do cliente.
Outro alerta do consultor é com relação ao número de contas. O ideal, segundo ele, é procurar concentrar todos os serviços em apenas uma. ''Para evitar o acúmulo de tarifas e taxas. A não ser que exista, realmente, uma justificativa para abrir uma outra conta.'' (J.F.)

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