O consultor de finanças pessoais e empresariais Charles Vezozzo afirma que o consumidor e o empresário devem fugir do crédito de alto custo, como cartões de crédito. Ele cita principalmente a dívida rotativa, quando se paga somente o custo mínimo da prestação e se adia a quitação do restante. "O conselho é evitar o cartão e o cheque especial, porque não vejo no curto prazo um prognóstico de melhora na economia, que deve ter um primeiro semestre bastante complicado em 2016."
Para ele, o ideal é usar apenas quando há disciplina, encerrando o débito no vencimento. "É preciso cuidado porque os bancos continuam a ofertar essa modalidade de crédito e depois o consumidor pode ter dor de cabeça", explica o consultor.
Ainda, quem já possui dívidas no cartão de crédito, deve buscar o banco ou a instituição financeira para renegociar o valor, se possível, com parcelamento e fora das modalidades de juros altos. O crédito consignado é uma das melhores opções, porque oferece os juros mais baixos. (F.G.)

mockup