O governo do Estado já tem garantida a construção de pelo menos oito Pequenas Centrais Hidrelétricas e Termelétricas no Estado. O protocolo de intenções para viabilizar o projeto foi assinado em dezembro do ano passado por grupos privados que farão o investimento. Juntas, elas irão gerar 980 mil megawatts/hora por ano, o que equivale ao consumo de todas as indústrias de Curitiba em 1999.
Um estudo feito pela Copel e apresentado ao governo indicou que o Estado tem 75 pontos que podem ser aproveitados para a construção das PCHs e PCTs. O potencial hídrico remanescente no Paraná é de 10 mil megawatts, o que representa mais uma Itaipu.
Nos protocolos assinados no ano passado, a Copel não entra como acionista. A companhia energética participa apenas com a garantia de que formulará mecanismos para garantir a compra da energia. A Tradener é a empresa da Copel que faz a comercialização.
Os acordos foram firmados com os grupos privados R.D.R. Consultores Associados, Anhembi Agro Industrial, Madeireira Miguel Forte, Indústria de Papel Amazonas, Ibema e Foz do Chopin Energética. A energia que as usinas irão gerar poderá abastecer 500 mil consumidores residenciais. (C.M.)

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