Conselho também dá suporte para o setor leiteiro
O Conselho Estadual de Sanidade Agropecuária (Conesa) também trabalha para melhorar a qualidade do leite produzido no Paraná. O objetivo é dar suporte para que o setor produtivo se enquadre às normas da Instrução Normativa 51, do Ministério de Agricultura e Abastecimento (Mapa), que começa a vigorar em julho de 2005.
Osmar Serafim Buzinhani, da Seab, explicou que a partir desta data, haverá apenas duas classificações para o leite produzido no País. O tipo A, cujo processo de produção se concentra na granja leiteira; e o pasteurizado, produzido a partir de leite cru refrigerado na propriedade rural.
Atualmente, o leite utilizado como matéria-prima pela indústria é o tipo C, sem padrão de controle de bactérias, padrão de proteínas, resíduos de antibióticos e células somáticas. É esse leite que as usinas transformam em longa-vida, queijos, leite em pó e outros derivados. Com a vigência da norma, o tipo C será substituído pelo pasteurizado.
Atualmente, 70% do leite produzido no Paraná já passa pelo processo de resfriamento na propriedade. A tecnologia, porém, é utilizada por 40% dos produtores que contam com melhor infra-estrutura.





