A maioria dos produtores se dá bem com a safrinha, principalmente os que conduzem a lavoura com competência. É o caso do agricultor Adauto Antônio Guinzani, de Mamborê, que espera uma produtividade de 170 sacas/alqueire em área de 315 ha. É um alto rendimento para o tamanho da área, considerada grande. A lavoura é tecnificada. Plantio direto com rotação de cultura, boa adubação, sanidade, controle de ervas e boa semente. Dentro dessa tecnologia, Guinzani optou pelo híbrido Ag 3010, de grãos alaranjados e duros.
O mesmo agricultor, na safra de verão, obteve uma média de 335 sacas/alqueire, em área de 110 ha; fez adubação-base de 800 kg (8-30-10); tratamento de semente, usou inseticida e teve um custo de produção de 95 sacas/ha. Guinzani faz o processo de limpeza e secagem na propriedade. Assim, aproveita o melhor momento de venda. O resultado foi um bom preço: R$ 9,50. Na safra de verão, o produtor usou o híbrido Ag 9012. Ele se diz contente com a semente, pela produtividade e grãos alaranjados e duros. Procurou as mesmas características em outro híbrido da safrinha e, por isso, plantou o Ag 3010.

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