France Presse
Técnicos de vários países, ONGs e representantes de empresas privadas participam desde ontem, em Mondreal (Canadá) da Conferência sobre segurança do comércio dos Organismos Geneticamente Modificados (OGM). Principais pontos em discussão:
O ‘‘protocolo sobre a biossegurança’’ volta-se para ‘‘assegurar uma proteção adequada para garantir as transferências, manipulações e utilizações dos OGM vivos -isto é, dos produtos que podem transferir genes ao exterior- suscetíveis de destruir a biodiversidade, levando em conta os riscos para a saúde humana’’.
O objetivo é a proteção contra uma eventual disseminação de genes a outras espécies. Alguns estudos mostram os riscos de os genes resistentes aos pesticidas introduzidos no milho se propagarem ao capim, ou de que um gene manipulado para destruir insetos daninhos elimine também outras espécies.
Procedimentos As exportações de OGM constantes do Protocolo deverão passar por um ‘‘acordo prévio’’ explícito por parte do país importador, depois de um estudo científico sobre os riscos potenciais, a cargo do exportador.

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