Até o ano passado economistas e pequisadores realizavam seminários em Miami para discutir as perspectivas de investimentos em Cuba após a saída de Fidel Castro. Foram décadas de teses e teorias com os mais diferentes cenários. Bastou o presidente Bill Clinton suspender parcialmente o embargo e autorizar a realização, no próximo ano, da primeira feira comercial de empresas americanas em Havana, depois de quase 40 anos, para que a situação passasse por uma grande reviravolta. Governos e empresários de diversos países estão avançando sobre Cuba com tanto interesse que faz lembrar as velhas histórias da corrida do ouro. A mentalidade é mais ou menos a seguinte: quem chegar primeiro na última fronteira do socialismo vai levar grande vantagem.De olho nos números

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