Queimadas arrasadoras, enchentes monumentais, furacões homicidas, atentados terroristas, quebradeira nas Bolsas, líderes mundiais em inferno astral...
Se alguém ainda duvidava que agosto é um mês malvado, esse cenário de fim-do-mundo fala por si.
Até o último dia do agourento mês, o cavalo chucro do imponderável distribuiu seus coices a torto e a direito, o último dos quais derrubou até mesmo a inabalável Bolsa de Nova York.
Que setembro nos traga os bons presságios da primavera.


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