O problema com pessoal qualificado, que as novas indústrias de Londrina estão enfrentando, é um velho conhecido de empresas antigas da cidade.
Semana passada recebi um telefonema do superintendente da Cerâmica Eliane em Londrina, sr. Rivaldo Tiscoski, apoiando os comentários que esta coluna vem fazendo a respeito da urgência desse assunto.
Segundo ele, desde que instalou sua fábrica em Londrina, a empresa catarinense, líder nacional do mercado de cerâmica com produção mensal de 3 milhões de metros quadrados, tem recrutado seus técnicos em Criciuma, SC.
‘‘De início, nosso problema eram os técnicos em cerâmica, mas ultimamente também estamos buscando técnicos em eletrônica, porque Londrina não acompanhou as novas tecnologias e ainda forma técnicos eletricistas’’ - diz Tiscoski.
A empresa sofre duplamente: com os custos de trazer os técnicos e suas famílias a Londrina e depois mandá-los a Santa Catarina para reciclagens; e também com a rotatividade do pessoal, já que muitos acabam voltando para suas cidades de origem.Soluções à vista

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