O anúncio foi feito esta semana em Curitiba, pelo diretor do BNDES Carlos Eduardo Castelo Branco, a representantes dos 20 Núcleos do Programa Softex 2000 existentes no País, durante evento internacional organizado pelo CITS - Centro Internacional de Tecnologia de Software, que reuniu empresas nacionais e estrangeiras na capital. A Adetec, que coordena o Núcleo Softex do Norte do Paraná, reúne as 40 software-houses associadas na próxima semana, para tratar da operacionalização da nova linha de financiamento.Capital de risco
A febre das empresas comunitárias de capital de risco, deflagrada a alguns anos pela U.M. S/A, de Umuarama, arrefeceu.
Muitos daqueles grupos de cidadãos, que associavam talentos e pequenas economias para constituição de fundos para investimentos de risco em atividades empresariais da própria comunidade, não tiveram êxito e fecharam.
A começar pela própria U.M., que após alguns anos de euforia, em que chegou a constituir uma dezena de empresas em ramos diversos, com forte impacto na economia de Umuarama, sucumbiu diante de alguns investimentos malsucedidos.
M as muita coisa boa ainda ficou daquela grande onda. Como em todos os segmentos da economia brasileira pós-real, também neste sobreviveram os mais fortes, competentes e persistentes.Londritec amplia negóciosDepois de dois meses operando como Agente BRDE, através do CEPAT - Centro de Apoio ao Empresário, e ainda surpresa com a grande procura pelas linhas de financiamento do Banco (60 consultas), a Adetec coloca um novo produto na prateleira em setembro: a nova linha BNDES para empresas de software, que vai financiar de R$ 200 mil a R$ 2 milhões, tomando como garantia 51 por cento das ações da empresa com direito a voto. Também em termos de encargos há inovação: os tomadores terão juro zero, mas pagarão uma percentagem sobre a receita que vier a ser incrementada.

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