Conectividade (Tadeu Felismino)
Se o Brasil não quebrar, o Paraná detona a partir de 99. O comentário, que ouvi de um empresário em Curitiba, semana passada, parece representar um pensamento corrente no Estado. Em meio ao tiroteio que terminou com a capitulação da política cambial do governo diante do terceiro ataque especulativo do mercado, Curitiba fervilhava, semana passada, em articulações em torno de projetos estratégicos, visando consolidar o desempenho e a projeção nacional do Estado. Sem contar que o Paraná escapou ileso de toda a polêmica envolvendo as dívidas dos Estados e ainda se deu a luxo de começar a semana seguinte inaugurando uma grande indústria (Volks/Audi) e cobrando dívidas do INSS, no valor de R$ 1,2 bi.
Canziani na SERT





