Na contramão da persistente crise mundial deflagrada pelos ex-tigres asiáticos, que já ganhou o apelido de ‘‘minicatástrofe’’, Londrina curte sua ‘‘ressurreição’’ desta virada de década/século/milênio. Não que a cidade esteja imune aos solavancos mundiais; também por aqui se ouve o choro e o ranger de dentes das empresas em dificuldades e dos pais de família sem emprego...
Mas é inegável que desde o fim dos 40 gloriosos anos do Ciclo do Café, Londrina não vivia uma época de tantas possibilidades e entusiamo com o futuro. Minha geração, em particular, que viveu a infância nos ainda prósperos anos 60, estava na Universidade nos 70, quando ruiu o modelo regional (pequena propriedade e cafeicultura), e viu-se impotente para reverter o quadro de estagnação e decadência da década de 80, tem motivos de sobra para comemorar o novo ciclo econômico que se inicia no Norte do Paraná.


Pólo Tecnológico

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