A Caixa Econômica Federal também não trouxe novidades sobre os juros praticados em suas linhas de crédito. Sobre a renegociação do crédito imobiliário, pelo qual a instituição responde por 69,9% do mercado, a instituição indica que o primeiro passo é recalcular o saldo devedor do contrato, incluindo as prestações em atraso pelo cliente. Para isso, o cliente deve ter pago um valor de entrada e, no mínimo, 12 prestações do financiamento.
A taxa de juros e o prazo do contrato permanecem os mesmos. Para os clientes que têm recursos na conta do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) existe ainda a segunda opção. Esse cliente pode utilizar o saldo da conta para o pagamento de até 80% das prestações do financiamento pelo período de 12 meses. Essa opção vale para os clientes com contratos com no máximo três prestações em atraso.
Atualmente, a inadimplência na carteira imobiliária da Caixa gira em torno de 2% (incluindo as faixas 2 e 3 do programa Minha Casa Minha Vida).(M.M.)

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