Metas O principal objetivo é um déficit nominal (despesas acima de receitas, considerando o pagamento de juros) de 4,7% do PIB (Produto Interno Bruto, total das riquezas produzidas pelo país) em 1999. Ou seja, União, Estados, municípios e estatais não podem gastar mais que R$ 42,5 bilhões acima das suas receitas, em valores de hoje. Atualmente, os gastos superam as receitas em R$ 70 bilhões
Meta indicativa Superávit primário (o que o governo economiza em seus gastos para pagar juros) de 2,6% do PIB em 1999, 2,8% no ano 2000 e 3% em 2001. O superávit primário não foi considerada uma meta final, mas apenas uma meta indicativa para perseguir o principal objetivo, o déficit nominal
Outras metas ‘‘Compromisso com a estabilidade macroeconômica, com a manutenção de firme disciplina monetária e da atual política cambial, bem como a continuação da abertura econômica’’. O governo também espera reduzir o déficit externo de 4,2% para 3,5% do PIB
Cumprimento do acordo Essas metas poderão ser revistas em junho, quando o governo brasileiro e o FMI fazem uma nova avaliação do acordo
Desembolsos O país deve receber US$ 9 bilhões dentro de duas semanas, prazo em que o governo espera que o acordo seja aprovado pela diretoria do FMI. Outros US$ 9 bilhões poderão ser sacados no início de 1999, mesmo antes da revisão trimestral do acordo, se o pais estiver cumprindo as metas do acordo. O ministro Pedro Malan (Fazenda) afirmou que o governo irá pedir o saque dessa segunda parcela

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