A maioria das concessionárias de maquinário e de automóveis presentes na ExpoLondrina 2013 fez um balanço positivo do evento. Na DHL, concessionária Valtra, foram vendidos 25 tratores e 6 plantadeiras. "Para nós, o evento foi muito bom, muito bom mesmo", afirmou o executivo de vendas, Adailton de Souza. A empresa decidiu manter os preços sem reajustes durante a feira e isso teria ajudado nas vendas. "No próximo evento, já teremos um reajuste de 4% a 5%", contou.
Na Tork, o gerente Wilson Naldi estimou, no sábado, que a meta de vender seis pulverizadores, cujos valores vão de R$ 200 mil a R$ 600 mil, já havia sido batida. "Nossas condições de financiamento atraíram os produtores. Oferecemos pagamento em dez anos a juros de 3% ao ano", afirmou.
Já o gerente da John Deere, Martins Strenlon, disse que a feira "atingiu as expectativas". "Os anos anteriores foram um pouco melhores. Mas o nosso trabalho não se limita a este tipo de evento. Quando trabalhamos com os nossos clientes no campo, vendas em feiras como esta acabam sendo consequência."
A Norpave, concessionária Volkswagen, vendeu 55 carros nesta feira, contra 35 na do ano passado – o crescimento é de 57%. "Foi excelente", comemorou o gerente de vendas, Luiz Carlos de Andrade. Ele contou que a empresa levou preços e taxas especiais para o evento e que investiu mais no estande nesta edição. "Tivemos mais carros para pronta-entrega e o Amarok foi fez um grande sucesso", declarou.
Na Metronorte, concessionária GM, o supervisor de vendas Marcelo Matias ressaltou que a chuva atrapalhou "um pouco" durante a semana, mas que, mesmo assim, houve muita procura por camionetes, principalmente a S-10, e pela picape Montana. Já o gerente da Ford Tropical, Célio Roberto de Oliveira, estimava comercializar 140 veículos. "Geralmente o maior volume de comercialização fica para o final da feira".
A ExpoLondrina também foi muito boa para a Citröen. A meta era vender 70 carros. "Estamos com lançamentos e boas condições. Este foi o melhor dos últimos três anos", contou o supervisor de vendas, Fabiano Andreatto.
Na Fiat Marajó, o gerente de Vendas, José Fernandes Mendes, contabilizava ontem à tarde uma redução de 15% no volume de veículos vendidos em relação à feira do ano passado. "É difícil saber o porquê. Talvez porque o crédito está mais restrito, um reflexo da economia como um todo", justificou. A falta da picape Strada para pronta-entrega também pode ter atrapalhado, já que, segundo Mendes, ele é o preferido do produtor rural. O supervisor mantém expectativas de fechar outros negócios no período pós-feira. (N.B/Colaborou Victor Lopes)

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