O estudo das cadeias produtivas visa ampliar e melhor o agronegócio no Paraná. O conceito de agronegócio ou de ‘‘agribusiness’’ surgiu na década de 50, nos Estados Unidos, como forma de denominar de forma abrangente a totalidade do processo de produção, desde os insumos, até o processamento e a distribuição passando pela produção propriamente dita.
‘‘O agribusiness envolve as etapas popularmente chamadas de antes da porteira, dentro da porteira e depois da porteira’’, explica o engenheiro agrônomo Adelar Motter, pesquisador do Iapar e um dos autores do estudo das cadeias produtivas.
De acordo com ele, o agronegócio envolve o conjunto de ações e processos do sistema produtivo agrícola operado por pequenos, médios e grandes produtores isoladamente ou de forma associativa e a integração desse sistema às cadeias de processamento e distribuição agroindustrial.
O agronegócio vai mais além, incluindo também a produção e fornecimento de insumos e equipamentos e serviços necessários à produção agrícola e as instituições públicas e privadas participantes do contexto.
No Paraná especificamente, o estudo das cadeias produtivas com o incentivo ao agronegócio vem de encontro à política do governo de estimular a agroindustrialização.
A proposta é que o Estado deixe de ser um exportador de matéria-prima para se tornar um exportador de produtos já processados.
Com isso, o resultado final ganha em valor agregado, uma receita clássica que significa também maior ganho para o produtor e maior receita tributária para o Estado.

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