COMO FOI A EXPLOSÃO
•6h30/7h - Nove guias de microondas (cabos de conexão) da Subestação Repetidora da Embratel de Lages (que fica na cidade vizinha de Correia Pinto) foram danificadas por explosivos. Havia três técnicos de plantão no local, que nada perceberam.
•6h50/7h - Soa o alarme na central da Embratel de Florianópolis informando problemas nas transmissões na subestação de Lages. Técnicos percebem a queda no fluxo das transmissões e o início de congestionamento de linhas, que acaba por atrapalhar as comunicações por mais de três horas no RS e no oeste de SC.
•7h/8h - Técnicos da Embratel utilizam ‘‘rotas alternativas’’ (linhas de transmissão) para desafogar o fluxo de ligações na região atingida.
•10h30 - A Embratel consegue normalizar o fluxo de informações e ligações telefônicas.
•12h/13h - Técnicos da Embratel chegam à subestação de Lages para iniciar os reparos.
•15h - Quatro peritos da Polícia Federal, acompanhados por policiais civis, chegam à subestação para iniciar as investigações.
•16h - A Embratel divulga que outra subestação, agora em Borel, ao sul de Lages, também teve guias de microondas danificadas.

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