Como escolher a melhor opção de investimentos
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terça-feira, 04 de março de 2008
Da Redação 
CDBs, IR, LCs, fundo de renda fixa, fundo de renda variável, clube de investimento, home broker, taxa selic....Essas siglas mais parecem uma sopa de letrinhas e os termos soam como se fossem de outro planeta? ''A estranheza do universo da economia se dá por falta de conhecimento da área'', afirma Luis Gustavo Deodato, administrador e especialista em engenharia de finanças e mercado de capitais. Deodato foi convidado do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Paraná (Crea-PR) a ministrar a palestra ''Mercado Financeiro - Conhecimento, Planejamento e Finanças'', na semana passada em Londrina.
O objetivo da palestra é de oferecer aos profissionais filiados ao conselho e demais interessados mais informações sobre os assuntos de economia e quebrar alguns mitos que rodeiam a atmosfera dos investimentos financeiros. Além de esclarecer sobre as possibilidades de aumentar o patrimônio ou garantir maior capital na aposentadoria.
Um exemplo que Deodato dá é quanto às melhores alternativas de investimentos. Desde abril de 2003, segundo o analista, os juros de investimentos realizados em fundos de renda fixa, que são aqueles têm rentabilidade sem alteração, como as cadernetas de poupanças, caíram muito. ''O rendimento dessa aplicação gira em torno de 0,5 a 0,6% ao mês'', afirma Deodato.
Dessa forma, os holofotes se viraram para os investimentos de renda variável que são, por exemplo, as aplicações em ações na Bolsa de Valores. ''Como a rentabilidade desses investimentos são inconstantes, o brasileiro, de uma forma geral, tem medo de investir'', alega. Qualquer oscilação que acontece, explica Deodato, como a atual situação dos Estados Unidos no mercado financeiro, já é o suficiente para desanimar os investidores aqui no Brasil.
''Mas em pouco tempo essa situação pode ser revertida, tudo é uma questão de paciência. Os investimentos de renda variável atendem a rentabilidade prevista a longo prazo'', afirma. ''O que é preciso saber quando é a real intenção do investidor na aplicação. Se a necessidade é a curto, médio ou longo e depois escolher a melhor forma de aplicar'', completa.


