Farelo de soja - O farelo de soja manteve ontem o preço de quarta-feira, entre R$ 725,00/730,00/tonelada, posto indústrias de Ponta Grossa e Oeste do Paraná. O cenério é o mesmo: aumento das exportações é o único fator de sustentação neste primeiro trimestre já que o consumo interno caiu com a redução dos confinamentos de bovinos e crise na avicultura de corte e suinocultura.
Soja/Chicago - Os preços futuros da soja na Bolsa de Chicago encerraram o pregão em queda pelo quinto dia consecutivo. Os níveis de vendas de soja em grão e seus derivados, reportados no relatório de inspeções semanais do USDA, apresentaram-se dentro dos níveis esperados.
Soja/Chicago 2 - Porém, novas vendas técnicas pressionaram o mercado. O contrato com vencimento para março, encerrou o pregão cotado a US$ 5,625/bushel (US$ 12,40/sc de 60 kg).
Soja/queda - As condições climáticas favoráveis ao progresso da colheita, bem como um câmbio mais fraco (dólar comercial a R$ 3,495/3,500), aliado ao fraco desempenho da bolsa norte-americana, voltaram a pressionar o mercado interno. Na praça de Cascavel, a saca de soja, no mercado disponível, teve indicação a R$ 37,00, o menor nível desde setembro/2002.
Transgênicos - Os produtores norte-americanos perdem US$ 300 milhões por ano devido à não-importação de produtos geneticamente modificados pela União Européia. O Comitê de Finanças do Senado cobra medidas do governo dos EUA porque, além dos produtores, as empresas que investiram nesse setor também perdem dinheiro.
Boi gordo - O mercado cedeu um pouco no Paraná (preço máximo caiu de R$ 57,00 para R$ 56,00 no Noroeste) mas as ofertas de gado são baixas e as escalas de abate continuam curtas. Esforço do agora é para sustentar os preços até final de março.

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