Café/NY Bolsa de NY fechou com 270 pontos positivos (valor nominal: 49,60 centavos de dólar/libra-peso). O mercado internacional especulou em cima da safra brasileira 2002/2003 divulgada anteontem (entre 36 e 39 milhões de sacas). Torrefadores e importadores acham que essa deverá ser de 40 a 45 milhões de sacas.


Café/polêmica No Brasil, mercado também ficou com opinião dividida diante da estimativa da Conab. Algumas fontes também criticaram a previsão do governo de que haverá quebra na safra de 2003/2004, com produção estimada de 28,1 milhões de sacas. Outros acreditam que a previsão oficial está dentro das reais perspectivas das lavouras brasileiras.


Café/PR Mercado calmo, apesar da alta de NY. Para cafés tipo 6, bebida dura, preços entre R$ 89,00/90,00; para tipo 6, riado, entre R$ 80,00/82,00, e para tipo 7, S/D, R$ 73,00/75,00. (Bolsa de Cereais e Mercadorias de Londrina - BCML)

Café/exportação Segundo informações da Associação Comercial de Santos, exportações de dezembro ficarão entre 1,5 a 1,7 milhão de sacas.

Feijão Em Londrina, preços variaram de R$ 37,00 a R$ 41,00/saca, e em Ivaiporã, de R$ 34,00 a R$ 36,00/saca, segundo informações da BCML.

Soja Mercado firme, com preço máximo de R$ 26,50/saca em Ponta Grossa, e mínimo de R$ 25,00 em Cascavel e Maringá.

Soja/Chicago Bolsa de Chicago fechou contratos para janeiro a US$ 4,3550/bushel (+0,50). As vendas semanais dos EUA atingiram 995,9 mil toneladas, superando em 23% o volume anterior. A China foi novamente a principal compradora, com 167 mil t. As exportações de farelo foram de 142,4 mil t e as de óleo, 20,8 mil t.

Soja/Argentina A secretaria de Agricultura da Argentina informou ontem que, apesar da crise econômica, o país plantará 11,3 milhões de ha, com produção estimada em 28,7 milhões de t.

Trigo Em Cascavel e Maringá, preços variaram de R$ 17,50 a R$ 18,00/saca. Suspensão das exportação por parte da Argentina pode elevar preços internos nos próximos dias. Moinhos brasileiros não estão conseguindo comprar trigo na Argentina.

Milho Poucos negócios no mercado do milho durante o dia de ontem, com compras regionalizadas nos chamados negócios de oportunidade, mas sem grande expressão no volume. Na Região Sul, possibilidade de retomada do mercado exportador, apesar de o câmbio apresentar as menores cotações desde o mês de maio.

Indicador O indicador de milho, calculado pela FGV/BM&F, ficou ontem em R$ 13,13/saca de 60 kg, baixa de 0,68% no dia. O valor a prazo ficou em R$ 13,19/saca, queda de 0,68%.

Boi gordo Os preços no mercado físico do boi gordo ficaram estáveis ontem em quase todas as praças pecuárias. As escalas de abate não evoluíram significativamente e são formadas em sua maior parte, para quarta-feira dia 26. As ofertas de gado para abate não aumentarem, mesmo em praças onde houve reajuste de preços. Isto abre a perspectiva de novos ajustes na próxima semana.

Boi/indicador O valor à vista em reais do indicador do boi gordo Esalq/BM&F fechou ontem a R$ 45,91/arroba, com alta de 0,22% no dia. A prazo, a cotação ficou em R$ 46,75/arroba, ganho de 0,32%.

Bezerro/bolsa O indicador do preço do bezerro da Esalq/BM&F fechou a R$ 1,979/kg, queda de 0,50% no dia. O preço a prazo fechou a R$ 2,003/kg, baixa de 0,74%.

Carne/exportação As exportações brasileiras de carne bovina ''in natura'' já são um recorde histórico absoluto neste ano de 2001, mesmo ainda faltando serem computados os resultados do mês de dezembro. Nos onze meses deste ano, exportou-se 434 mil t (equivalente carcaça), o que representa 77% a mais do que se exportou de carne ''in natura'' em todo o ano 2000. As exportações recordes para o Chile, Israel e Egito explicam em grande parte este resultado, segundo informações da FNP Consultoria.

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