Arroz O arroz deve entrar em uma fase de calmaria. Com a proximidade do final de ano, o varejo pára de negociar, o governo vai injetar mais produto no mercado (só hoje serão 42,8 mil toneladas) e a queda do dólar facilitará a importação do produto.

Chegada/argentinos O analista Romeu Fiod diz que a queda do dólar facilitará a chegada de arroz uruguaio e argentino. Segundo ele, a saca de 60 quilos do produto beneficiado chega a São Paulo por valores próximos a R$ 42. As importações são feitas pelas grandes redes de distribuição de cestas básicas.


Qual é a da China? O mercado está de olho na China. Conforme informações não confirmadas pelos chineses, o país estaria cancelando novas exportações de milho. Esses cancelamentos, segundo analistas, são porque os chineses vêem dificuldades futuras nas importações da África do Sul e da Argentina.

Recorde A produção de etanol nos Estados Unidos vai de vento em popa. As indústrias já estão colocando cerca de 121 mil barris por dia no mercado, volume 10% superior ao do ano passado. Neste ano, a produção deverá atingir 6,5 bilhões de litros.


Exportações O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, em seu boletim conjuntural, assinala que o aumento das exportações deverá ser um dos fatores de retomada do crescimento da economia no ano que vem. O superávit da balança comercial poderá chegar a US$ 5,3 bilhões, contra a projeção de um saldo positivo, em 2001, de US$ 1,5 bilhão.

Resultados O otimismo vem da reversão dos resultados do comércio externo do país no segundo semestre. O déficit, de US$ 70 milhões em junho, se transformou em um superávit de US$ 1,5 bilhão em outubro, contrariando as expectativas de que o saldo negativo continuaria a crescer em razão da sazonalidade do final do ano.

Aftosa/RS O Centro Pan-americano de Febre Aftosa atestou que foi erradicada a febre aftosa no Rio Grande do Sul. Segundo a entidade, as medidas adotadas por ocasião da emergência sanitária, ocorrida pela reintrodução da febre aftosa, atenderam às normas internacionais recomendadas pelo Código Zoosanitário da OIE. Com isso as exportações de carne bovina do estado gaúcho, podem ser retomadas para a UE e Chile, entre outros destinos.

Soja/média O indicador de preços da soja Esalq/BM&F ficou em R$ 28,72/saca, com baixa de 0,21% no dia. Em dólar, o indicador ficou em US$ 11,71/saca, ganho de 1,65%. O indicador é calculado pela Esalq com base nos preços do disponíveis em cinco praças do Estado do Paraná.

Soja/Apucarana Cotação de compra pelos atacadistas (Sima/Seab) ficou ontem entre R$ 27,00 e R$ 28,80/saca. Em Ponta Grossa, r$ 28,00. No Oeste preço variou entre R$ 26,00 e R$ 26,70.

Milho em alta Ao contrário do arroz, os preços do milho estão em alta nestas semanas que antecedem o recesso de final de ano. Ontem houve reajuste de preços em várias regiões produtoras. Na média, a alta foi de 1,9%, conforme pesquisa da Agência Folha. Em Rio Verde (GO), a saca subiu para R$ 10.

Milho/indicador O indicador de milho, calculado pela FGV/BM&F, ficou ontem em R$ 13,14/saca de 60 kg, com alta de 0,84% no dia. Em dólar, a cotação ficou em US$ 5,36/saca, ganho de 2,68%. O valor a prazo ficou em R$ 13,19/saca, alta de 0,76%.

Milho/Paraná Melhor preço foi pago ontem em Ponta Grossa: R! 12,80/saca (cotação de compra pelos atacadistas). Em Apucara, preços variaram entre R$ 10,00 e R$ 10,80.

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