Açúcar O valor à vista em reais do indicador do açúcar Esalq/BM&F fechou R$ 23,78 por saca de 50 quilos, alta de 0,13%. Em dólar, o preço ficou em US$ 9,45/saca, alta de 0,64%.

Café Bolsa da NY, ontem, fechou com 200 pontos negativos (nominal: 49,85 centavos de dólar/libra-peso). No mercado físico paranaense, pouco interesse comprador, mas com preços ainda na faixa de R$ 95,00/saca para café tipo 6, bebida dura.

Feijão Esta semana começou com redução nos preços médios de feijão no Paraná. Para o feijão carioca, média de R$ 41,96/saca (- 4,09%), com preço máximo de R$ 60,00 em Paranavaí, e mínimo de R$ 35,00 em Cornélio Procópio. O feijão preto, com menor oferta, foi negociado ontem ao preço médio de R$ 83,06/saca (- 2,77%), com preço máximo de R$ 95,00 em Irati, e mínimo de R$ 75,00 em Francisco Beltrão.

Feijão/plantio O plantio da primeira safra de fejão (águas 2001/2002) está praticamente encerrado, com a maior parte das lavouras em fase de desenvolvimento vegetativo e floração. Calcula-se que 10% da área plantada (394 mil hectares) já tenha sido colhida, com rendimento médio de 900 kg/ha. Mesmo com o clima bastante oscilante desde setembro, o que prejudicou algumas lavouras, a estimativa ainda é de produção de 440 mil toneladas.

Trigo Média de preços no Paraná ontem: R$ 16,45/saca (- 0,22%), com preço máximo de R$ 18,50 em Ponta Grossa, e mínimo de R$ 14,50 em Irati (máximo: R$ 16,80).

Boi gordo O mercado físico do boi gordo inicia a semana com escalas curtas, como era previsto. Segundo o analista José Vicente Ferraz, da FNP, os frigoríficos estão comprando animais para serem abatidos nesta quarta e quinta-feira.

Estável Os preços permanecem estáveis na quase totalidade das praças pecuárias, mas o baixo volume de negócios ontem aponta para uma aperto ainda maior das escalas de abate na maioria dos Estados. O mercado atacado teve um final de semana de vendas razoavelmente boas e os preços do dianteiro avulso e da vaca casada, sobem R$ 0,05/Kg.

Boi/Paraná Média estadual ontem: R$ 43,34/arroba (- 0,55%), com preço máximo de R$ 46,00 em Apucarana, e mínimo de R$ 38,00 em Irati.

Boi/indicador O valor à vista em reais do indicador do boi gordo Esalq/BM&F fechou ontem a R$ 45,19/arroba, ganho de 0,07%. Em dólar, o preço fechou a US$ 17,96/arroba, alta de 0,62% no dia. A prazo, a cotação ficou em R$ 46,00/arroba, baixa de 0,02%.

Bezerro/bolsa O indicador do preço do bezerro da Esalq/BM&F fechou ontem a R$ 1,929/kg, alta de 0,05% no dia. O preço a prazo fechou a R$ 1,947/kg, ganho de 0,15%.

Soja/Chicago Contratos futuros, com vencimento para janeiro, encerraram o pregão da Bolsa de Chicago a US$ 4,52/bushel, (US$ 9,96/saca de 60 kg), uma queda de 0,25 centavo de dólar por bushel (27,216 kg).

Soja Paranaguá Mercado interno perde força. No Porto de Paranaguá, responsável por mais de 78% das vendas externas de soja, as exportações estão paradas. Os embarques de farelo, porém, continuam a todo vapor. Para Adriano J. Timossi, da FNP, preços do grão esta semana tendem a permanecer estáveis.

Soja/indicador O indicador de preços da soja Esalq/BM&F ficou ontem em R$ 30,07/saca, com alta de 0,91% no dia. Em dólar, o indicador ficou em US$ 11,95/saca, alta de 1,44%. O indicador é calculado pela Esalq com base nos preços de mercado em cinco praças do Estado do Paraná.

Milho/indicador O indicador de milho, calculado pela FGV/BM&F, ficou ontem em R$ 12,83/saca de 60 kg, baixa de 0,08% no dia. Em dólar, a cotação ficou em US$ 5,10/saca, ganho de 0,59%. O valor a prazo ficou em R$ 12,89/saca, perda de 0,08% no dia.

Milho/Paraná Com poucos negócios, o milho foi negociado ontem a R$ 12,60 em Ponta Grossa (Cotação de Compra pelos Atacadistas). Em Paranavaí, um bom preço para o milho, comparado às demais praças da região: R$ 12,50 - Compra pelos Atacadistas, convênio Sima/Deral.

Milho/Apucarana Em Apucarana, Cotação de Compra pelos Atacadistas: R$ 10,80/saca, valor máximo. Em Ivaiporã, R$ 9,50.

Bom futuro O Brasil deveria desenvolver uma política melhor de produção e exportação de milho. O Fapri (Food and Agricultural Policy Research Institute) dos Estados Unidos prevê avanço no consumo de milho devido ao aumento da produção de combustível renovável proveniente desse produto.

Mais etanol O Fapri prevê que haverá aumento de pelo menos US$ 0,50 por saca de milho nos próximos dez anos devido à demanda maior do produto. A demanda deverá subir dos atuais 15 milhões de toneladas para 45 milhões de t por ano até 2011.

Gastos menores Os produtores deverão embolsar US$ 3 bilhões a mais devido à maior utilização de milho e de soja na produção de combustíveis. Já o governo deverá gastar menos com subsídios, uma vez que os preços vão subir nesse período, prevê o instituto. (Redação e Agência Folha).

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