Café/NY Bolsa de NY surpreendeu, ontem, fechando com 485 pontos de alta (nominal: 49,70 centavos de dólar/libra-peso). O desempenho positivo foi atribuído à especulações sobre o relatório do Green Coffee, que será divulgado hoje e que pode apresentar acentuada redução dos estoques norte-americanos.

Café/PR O mercado físico atuou de forma cautelosa, apesar da forte alta de NY, esperando por confirmação de preços após o relatório e o feriado. Para cafés finíssimos, preço máximo de R$ 100,00/saca.

Café/leilão Das 20 mil sacas ofertadas no leilão de cafés do governo, ontem, 13.170 sacas foram negociadas. O lote 3, de 8 mil sacas, de Jacarezinho, apresentou ágio. Preço de abertura foi de R$ 77,00, com fechamento de R$ 80,80. A Bolsa de Londrina (BCML) obteve o maio número de vendas em nível de Brasil: 2.555 sacas. Em segundo lugar, ficou a Bolsa de Goiás com 2 mil sacas.

Feijão Para o feijão carioca, a média no Paraná se manteve estável ontem em R$ 43,75/saca. Preço máximo de R$ 60,00 em Londrina e Guarapuava, e mínimo de R$ 35,00 em Cornélio Procópio (máximo: R$ 40,00). Para o feijão preto, a média de preço foi de R$ 85,42/saca (+ 0,75%). Preço máximo de R$ 95,00 em Irati, e mínimo de R$ 60,00 em União da Vitória (máximo: R$ 85,00).

Suíno Média de preços no Paraná ontem: R$ 1,44/kg, com preço máximo de R$ 1,70 em Umuarama, e mínimo de R$ 1,26 em Irati.

Frango Preço máximo de R$ 1,10 em Jacarezinho, e mínimo de R$ 0,75 em Toledo. Média de preços no Paraná: R$ 0,92/kg do frango de corte (vivo).

Trigo Média de preços no Paraná ontem: R$ 16,49, com preço máximo de R$ 18,50 em Ponta Grossa, e mínimo de R$ 14,50 em Irati.

Preço do arroz O preço do arroz negociado em São Paulo está mais baixo do que há 30 dias. A saca de 50 quilos do produto está sendo vendida, em média, a R$ 50,00, com queda de quase 9% no período. Atualmente, no Rio Grande do Sul, a saca de 50 quilos do arroz em casca está entre R$ 18,00 e R$ 19,00.

Mercado ofertado Apesar dessa queda, segundo o analista do setor Romeu Fiod, nos últimos dias, o mercado de arroz está calmo e muito mais vendido do que comprado. Ou seja, há mais gente querendo vender do que comprar.

Pressão do produtor Os produtores de arroz estão pressionando o governo para que pare com os leilões regulares do produto. Com isso, a procura pelo produto aumentaria e seria possível uma reativação do mercado neste final de ano.

Bom estoque Fiod diz que, embora haja a pressão dos Estado Unidos em vender arroz para o Brasil, não há necessidade de o país importar mais produto até o início da próxima safra, em fevereiro de 2002. ''A não ser que haja algum problema climático, o mercado interno está abastecido e com um estoque excedente bom'', avalia ele. (Agência Folha e Redação).

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