COMMODITIES
Bolsas/2feira Nem o relatório do Usda, ontem, sobre a posição da soja alterou o mercado, que termina a semana com poucos negócios. Tanto para o mercado acionário como para outras commodities, tudo deve acontecer na próxima segunda-feria.
Cenário Até lá o cenário da política mundial estará melhor definido com decisões sobre a extensão das retaliações dos EUA sobre países que abrigam terroristas árebes. É importante acompanhar o movimento das bolsas, elas são um indicador (também) da política.
Soja/Chicago A Bolsa de chicago fechou em baixa ontem. Os contratos futuros que vencem em setembro foram cotados no final do pregão a US$ 4,71/bushel (US$ 10,38/saca), uma queda de 8,50 centavos de dólar por bushel. Para os demais meses as quedas foram superiores a 6 centavos de dólar.
Soja/Usda O relatório de estimativa de oferta e demanda divulgado na manhã de ontem pelo Usda, aponta a produção de soja nos Estados Unidos para 2001/2002 como próxima de 77 milhões de toneladas, quase 900 mil t a menos que o volume estimado em agosto.
Óleo de Soja Na semana de 31 de agosto a 6 de setembro, as vendas externas dos EUA somaram 637,6 mil toneladas de grãos, ante as 752 mil t exportadas na semana anterior. As exportações de farelo tiveram uma redução de 75%, quando foram comercializados 28,4 mil t.
Nossa safra O Usda mantém a estimativa da safra brasileira em 39 milhões de toneladas. Para a safra da Argentina previsão divulgada ontem manteve a estimativa de 26 milhões de toneladas. O relatório de ontem não faz referência à redução da safra da China.
Ambiente A apatia da Bolsa de Chicago refletiu no mundo inteiro, inclusive no mercado interno do Brasil, ontem. Segundo a FNP, de São Paulo, o volume negociado foi pequeno ontem, com oferta e demanda cautelosas.
Atrativo O analista Adriano J. Timossi tem como certo um mercado mais atrativo a partir da próxima segunda-feria. Ele também acha que o mercado interno ''começa a andar com as suas próprias pernas'', às vezes indiferente ao comportamento da safra norte-americana.
Soja/dólar As cooperativas, por sua vez, estão apostando numa escalada de alta do dólar na próxima semana, por conta da crise mundial. Neste caso, o dólar vai puxar a cotação da soja logo cedo na segunda-feira. As exportações brasileiras em geral serão beneficiadas.
Milho/indicador O indicador de milho, calculado pela FGV/BM&F, ficou em R$ 12,30/saca de 60 kg, queda de 0,08% no dia. Em dólar, a cotação ficou em US$ 4,60/saca, com alta de 0,22%. O valor a prazo ficou em R$ 12,30/saca, com perda de 1,60% no dia.
Milho/P.Grossa Pouca alteração com relação aos preços praticados na quinta-feira. Variações foram entre R$ 9,00 e R$ 12,00. Preço inalterado também nas demais praças ceralistas: Apucarana, Pato Branco, Irati, Maringá e Ivaiporã.
Milho/Toledo Menor variação ocorreu em Toledo onde os preços - no atacado - ficaram entre R$ 9,60 e R$ 9,70/saca. Foi a única praça a manter o mercado com algum movimento.





