Problemas comuns ao Brasil e Paraguai, como contrabando, tráfico de drogas e armas, foram os principais temas abordados ontem durante o encontro do Comitê Permanente da Fronteira. A entidade, que volta a participar ativamente das decisões bilaterais na região depois de três anos imobilizada, vai acompanhar de perto o trabalho de fiscalização integrada das aduanas, previsto para daqui a um mês.
O encontro foi realizado em Ciudad del Este e contou com a participação de 50 representantes, entre eles o cônsul brasileiro, Antonio José Rezende de Castro, a cônsul paraguaia em Foz do Iguaçu, Ida González Paredes. Entre as ações já definidas e apresentadas durante a reunião, está o trabalho integrado das polícias Federal, Civil e Rodoviária Federal e Receita Federal.

mockup