A comissão de servidores do Iapar, que luta pela implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV), vai ter amanhã a primeira conversa formal com o novo diretor-presidente do Iapar, José Augusto Teixeira de Freitas Picheth. Segundo o pesquisador Dimas Soares Júnior, que é membro da comissão, os servidores vão propor uma correção emergencial do salário em torno de 30%, já que o governo deverá encaminhar o PCCV à Assembléia Legistavia somente quando o da Emater estiver pronto.
''Esse processo é bastante demorado e, depois, tem o recesso da Assembléia Legislativa. Por isso vamos propor essa reposição emergencial. Somos a única categoria que não recebeu nenhum reajuste nesses últimos 8 anos'', afirma Soares Júnior. Segundo ele, o governo coloca ainda obstáculo na elaboração do PCCV e avisa que fará alguns reajustes. ''São poucos os reajuste e isso também não deve demorar muito'', diz o pesquisador. Segundo ele, o PCCV propõe a correção em 54%. ''Não chega nem a zerar as perdas que, acumuladas, chegam a 83%, mas a gente entende que se o governo conceder um reajuste emergencial como ofereceu à Emater, perto de 30%, podemos sair um pouco do sufoco''. (V.B.)

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