A PMC (Pesquisa Mensal do Comércio), divulgada nesta quinta-feira (11) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), apontou que as vendas no comércio varejista do Paraná tiveram queda de 0,5% na comparação com junho. O índice ficou próximo da média nacional, que encolheu 0,3% em um mês, amargando a quarta queda consecutiva.

As vendas sofreram retração em 16 das 27 unidades da Federação. Os destaques negativos foram Rondônia (-2,2%), Minas Gerais (-1,1%) e Paraíba (-1,0%). Em contrapartida, oito estados registraram alta, entre eles Amapá (3,9%), Distrito Federal (0,9%) e Sergipe (0,8%). Santa Catarina, São Paulo e Rio Grande do Sul ficaram estáveis (0,0%).

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Apesar da retração no Paraná, alguns segmentos apresentaram bons resultados, como aqueles voltados para a venda de móveis e eletrodomésticos, com crescimento de 9,2%. Também tiveram altas as vendas de outros artigos de uso pessoal e doméstico (6,5%), livros, jornais, revistas e papelaria (6,2%) e hipermercados e supermercados (4,9%). Já a queda foi puxada por equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-19,5); móveis (-2,9%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-1,6%); e tecidos, vestuário e calçados (-1,2%).

Varejo ampliado

Já no varejo ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças e material de construção, a variação foi positiva em 22 estados. O Paraná registrou alta de 2,3%, um ponto acima da média nacional, de 1,3%, e o melhor resultado entre os estados do Sul e Sudeste do Brasil.

As vendas de materiais de construção cresceram 6,4% em julho no estado na comparação com o mesmo mês de 2024, com altas de 6% no ano e de 9,1% nos últimos 12 meses. Já as vendas de veículos, motocicletas, partes e peças tiveram aumento de 0,3% no acumulado de 2025 e de 7,5% em 12 meses. Os resultados contribuíram de forma significativa para o desempenho geral do comércio ampliado.

No país, os destaques positivos no varejo ampliado foram Mato Grosso (7,1%), Amapá (4,4%) e Distrito Federal (4,2%). Entre os que recuaram, destacaram-se Espírito Santo (-2,6%), Roraima (-2,1%) e Mato Grosso do Sul (-0,7%).(Com informações do IBGE)

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