Com o objetivo de envolver, cada vez mais, a cidade com a realização da Feira Agropecuária e Industrial de Londrina, e proporcionar a todos os setores comerciais a oportunidade de negócios, a Sociedade Rural do Paraná (SRP) - numa ação conjunta com a Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil) passa a disponibilizar, este ano, a logomarca do evento a indústrias e comércio em geral, sem custos para os interessados. A parceria entre as duas entidades foi firmada ontem de manhã, no Parque Ney Braga.
''Essa iniciativa da Sociedade Rural do Paraná de criar uma marca visual forte para o evento abre caminhos para que todos os setores tenham boas oportunidades de negócios, que podem gerar nova fonte de renda ao comércio local'', disse o presidente interino da Acil, Nivaldo Benvenho. Algumas empresas já estão estampando a marca em seus produtos, como a cervejaria Conti e Café Corol.
''O objetivo da Sociedade Rural é ampliar os benefícios comerciais e econômicos do evento, não só para os tradicionais parceiros que adquirem seus espaços dentro do Parque Ney Braga durante a exposição, mas também a outros interessados em participar da festa, que é da cidade'', comentou o presidente da Sociedade Rural do Paraná, Alexandre Kireeff.
Ele lembrou que a iniciativa de disponibilizar a marca da ExpoLondrina não é um modelo inédito e citou como exemplos a Oktoberfest, de Blumenau, e o Carnaval do Rio de Janeiro, eventos que exploram bastante suas logos em diversos souvenirs.
A marca é representada por uma árvore colorida, cujos frutos são os vários segmentos produtivos e culturais presentes na Exposição Agropecuária de Londrina, que este ano acontece de 2 a 12 de abril. Os interessados em explorar a marca podem se dirigir diretamente à Sociedade Rural do Paraná, onde será feito o credenciamento das empresas.
Segundo Kireeff, a meta de comercialização durante a exposição deste ano só será anunciada no próximo dia 12 de fevereiro. Entretanto, ele garante que apesar da crise econômica que tem atingido o Brasil não há indicativos que impessam o crescimento da feira. ''Até agora o ritmo de vendas de espaços, estandes e, inclusive, solicitação de leilão tem sido positivo'', disse Kireeff.

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