Comércio é o setor com a maior taxa de crescimento de emprego
A criação de novas vagas no mercado formal de trabalho em Londrina ocorre de forma mais dinâmica nos setores do comércio. Entre os anos de 1999 e 2005 (período definido pela Relação Anual de Informações Sociais - Rais), a maior taxa de crescimento do emprego é verificada no comércio, com um índice de 6,25% ao ano. No entanto, em Maringá (Região Noroeste), este percentual foi de 9,29% e 7,9% no Estado. Apenas em Curitiba o resultado foi semelhante ao de Londrina: 6,24%.
Um fator surpreendente foi a construção civil. Apesar de ter perdido postos de trabalho no Estado, em Maringá e em Curitiba, em Londrina o índice ficou estável em 0,17%. Neste quesito, Maringá foi a localidade que mais perdeu vagas, com um recuo de 8,69%; em seguida, a capital perdeu 4,16% dos empregos e o Paraná, -1,67%. Já a remuneração dos trabalhadores aparece diversificada. Na faixa acima de 10,1 salários mínimos, estão somente 4,43% dos empregados londrinenses; contra 9,67% dos curitibanos.
Em Maringá, o índice é de 3,14% e no Paraná, 4,83%. Na média entre 5,01 e 10 salários, os londrinenses também estão melhor do que os maringaenses. No município, o percentual é de 9,86%, contra 7,30% na cidade da Região Noroeste. No entanto, na capital 15,44% dos trabalhadores recebem entre 5 e 10 salários. Em Maringá, 37,32% dos empregados recebem entre 2,01 e 5 salários, contra 34,6% em Londrina; 40,08% em Curitiba; e 36,22% no Estado. (F.M.)





