Comércio e casas consomem mais
O consumo acumulado de energia produzida pelas usinas hidrelétricas da Copel teve um crescimento de 5,4% no primeiro quadrimestre do ano. Este resultado foi impulsionado basicamente pelos consumos residencial e comercial, que tiveram um crescimento respectivo de 7% e 9,4%. No caso do uso da energia nas residências, o crescimento é consequência direta do aumento do número de aparelhos eletroeletrônicos, demonstrando um aumento no poder aquisitivo da população.
Já no comércio, o maior gasto de energia está atrelado aos períodos mais longos de permanência de lojas abertas. ‘‘Os supermercados passaram a abrir aos domingos e alguns funcionam até mais tarde à noite. Tudo isso influencia no consumo final’’, afirmou o administrador da Coordenadoria de Estudos de Mercado da Copel, Antonio Spinello.
Do total de energia fornecida pela Copel, 15% abastecem o comércio. A indústria consome quase 40% e as residências representam 27,6% das vendas de energia. A classe rural participa com 7% e o poder público (iluminação pública e repartições) totaliza 10% da energia que a Copel vende no Estado.
O Paraná não é o único mercado consumidor da energia das usinas hidrelétricas instaladas nos rios paranaenses. São Paulo é o Estado que mais compra energia do Paraná. Um quinto da energia elétrica gerada pela Copel é jogado no sistema interligado para abastecer as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. A geração de energia elétrica das usinas da Copel foi 57,4% superior a abril do ano passado e 25% superior na comparação entre os primeiros quadrimestres de cada ano. (C.M.)

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