O Paraná teve somente o 15º desempenho em variação de volume de vendas no comércio varejista, com avanço de 0,7% em julho ante junho, e 14º no ampliado (que inclui materiais de construção e veículos), com queda de 0,1% no mesmo comparativo. Os dados colocam o Estado abaixo da média nacional e são da PMC (Pesquisa Mensal do Comércio) divulgada nesta quarta-feira (11) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Imagem ilustrativa da imagem Comércio do Paraná cresce abaixo da média nacional
| Foto: Gustavo Carneiro - Grupo Folha

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o Paraná tem o 18º resultado no comércio, com 2,0% de avanço, e 15º no varejo ampliado, com 5,9%. No acumulado de janeiro a julho, o varejo do Paraná registra queda de 1,4% e. Em 12 meses até julho, há alta de 0,3%. O Estado tem desempenho melhor no ampliado, com alta de 2,3% no ano e de 2,6% em 12 meses.

O desempenho estadual ajuda a puxar para baixo a média brasileira em todos os índices. Por exemplo, o comércio nacional avançou 1,0% em julho sobre junho e teve alta de 4,3% ante o mesmo mês do ano anterior.

Por atividade, o destaque negativo estadual fica com combustíveis e lubrificantes, que registra queda de 16,9% de janeiro a julho e retração de 8,4% em 12 meses. O resultado está bem abaixo da média nacional, de alta de 1,2% no ano e de baixa de 0,6% em 12 meses.

O desempenho paranaense também é ruim em hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com quedas de 0,7% no acumulado do ano e de 0,6% em 12 meses. Apesar de ter se recuperado em julho, tecidos, vestuário e calçados recuou 1,7% e 4,1%, nos dois comparativos, respectivamente. Móveis e eletrodomésticos tiveram baixa de 3,3% no ano e de 1,0% em 12 meses.

Por outro lado, a atividade livros jornais, revistas e papelaria teve queda de 11,9% de janeiro a julho e de 11,6% em 12 meses. Apesar dos índices negativos, foram bem melhores do que a média nacional, de retração de 26,0% e 25,2%, respectivamente.

Os destaques positivos no Paraná ficaram com as altas de outros artigos de uso pessoal e doméstico (20,1% no ano e 23,1% em 12 meses), veículos e peças (9,7% e 7,3%) e materiais de construção (9,1% e 6,4%).

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