Cu­ri­ti­ba - Os em­pre­sá­rios do co­mér­cio de ­bens, ser­vi­ços e tu­ris­mo do Pa­ra­ná es­tão ­mais oti­mis­tas com a eco­no­mia no se­gun­do se­mes­tre des­te ano. Pes­qui­sa rea­li­za­da pe­la Fe­de­ra­ção do Co­mér­cio do Pa­ra­ná apon­tou que 64,89% dos con­sul­ta­dos con­si­de­ram que o se­gun­do se­mes­tre des­te ano se­rá fa­vo­rá­vel pa­ra as ven­das. No fi­nal de 2008, ape­nas 58,62% dos en­tre­vis­ta­dos con­si­de­ra­vam que a si­tua­ção se­ria fa­vo­rá­vel no pri­mei­ro se­mes­tre de 2009.
  Pa­ra o se­gun­do se­mes­tre, a pre­vi­são das cin­co prin­ci­pais as­so­cia­ções co­mer­ciais do Es­ta­do é que as ven­das te­nham um cres­ci­men­to de 5% a 15% apoia­das na re­to­ma­da da eco­no­mia com a su­pe­ra­ção da cri­se fi­nan­cei­ra e no au­men­to dos ín­di­ces de em­pre­go. A ta­xa de ina­dim­plên­cia tam­bém de­ve re­cuar em re­la­ção aos ­seis pri­mei­ros me­ses do ano.
  Em Lon­dri­na, as ven­das ti­ve­ram um cres­ci­men­to de 3,38% de ja­nei­ro a ­maio. O pre­si­den­te da As­so­cia­ção Co­mer­cial e In­dus­trial de Lon­dri­na (­Acil), Mar­ce­lo Cas­sa, dis­se que com a re­to­ma­da das ati­vi­da­des da in­dús­tria, a pre­vi­são é que as ven­das te­nham um cres­ci­men­to de 5% no se­gun­do se­mes­tre.
  Em Pon­ta Gros­sa, as ven­das fi­ca­ram es­tá­veis no pri­mei­ro se­mes­tre e pa­ra o se­gun­do, a ex­pec­ta­ti­va do pre­si­den­te da As­so­cia­ção Co­mer­cial, In­dus­trial e Em­pre­sa­rial, Hi­lá­rio De­vic­chi, é que ocor­ra um cres­ci­men­to de, no mí­ni­mo, 15%.
  Em Cu­ri­ti­ba, as ven­das cres­ce­ram 4,2% de ja­nei­ro a ­maio. ‘‘Ape­sar da cri­se, o re­sul­ta­do foi sa­tis­fa­tó­rio e o co­mér­cio aca­bou sen­do me­nos ­afeta-do’’, dis­se a pre­si­den­te da As­so­cia­ção Co­mer­cial de Cu­ri­ti­ba, Ava­ni ­Slomp Ro­dri­gues. Ela afir­mou que as pers­pec­ti­vas são ­boas pa­ra o se­gun­do se­mes­tre. Em 2008, o even­to mo­vi­men­tou R$ 96 mi­lhões em ­seis ­dias e, nes­te ano, a pre­vi­são é de R$ 120 mi­lhões.
  O pre­si­den­te da As­so­cia­ção Co­mer­cial e In­dus­trial de Cas­ca­vel (­Acic), Mar­cos Ro­ber­to Tei­xei­ra, dis­se que no pri­mei­ro se­mes­tre a eco­no­mia da ci­da­de foi afe­ta­da pe­la cri­se fi­nan­cei­ra e pe­la es­tia­gem. Pa­ra o se­gun­do se­mes­tre, ele pre­vê um au­men­to de ven­das de 5% a 10%.
  O con­sul­tor da As­so­cia­ção Co­mer­cial e In­dus­trial de Ma­rin­gá e pro­fes­sor da Uni­ver­si­da­de Es­ta­dual de Ma­rin­gá, Joil­son ­Dias, dis­se que o ba­lan­ço do pri­mei­ro se­mes­tre e as pers­pec­ti­vas pa­ra o se­gun­do de­vem ser di­vul­ga­dos de­pois do dia 20 de agos­to, quan­do se­rá con­cluí­da a pes­qui­sa do se­tor. A sua pre­vi­são tam­bém é de cres­ci­men­to nas ven­das nes­te se­gun­do se­mes­tre.

mockup