Comércio
VisitaApesar do Brasil ser considerado a bola da vez na atração de investimentos voltados para o Mercosul, o País não é cogitado pelas grandes empresas na hora de estabelecer suas plataformas mundiais, segundo o vice-presidente da Câmara Americana de Comércio, John Edwin Mein, que ontem participou de um workshop em Londrina (na foto, ele é o segundo à esquerda). Para Mein, o Brasil está atrasado na disputa internacional para atração de indústrias. Com a estabilização da economia, ele conta que a Câmara tem atendido cada vez mais empresários norte-americanos interessados em investir no Brasil. Em 92, a média mensal de atendimento era de dois empresários. Em 93, atendíamos quatro por mês. Em 94, a média passou a ser de nove. Em 95, 15 americanos nos procuravam por mês. Em 96, o número saltou para 18. Neste ano, temos atendido 22 empresários por mês, diz. Maior da América Latina, a Câmara, que tem sede em São Paulo, possui 2.300 associados.





