Comerciantes estão satisfeitos até o momento
Por todo o parque, independente do setor, os comerciantes que adquiriram espaço para vender os seus produtos durante a Expoingá se mostram relativamente satisfeitos com a movimentação de público e vendas até agora.
O gerente da Strut, Crodosil José de Freitas, tem know how de sobra para trabalhar em feiras agropecuárias. Ele comercializa linhas exóticas de botas como de couro de avestruz, arraia, jacaré, cobras, além de outros animais. "Durante esses 11 dias, temos que atingir uma média de R$ 100 mil em vendas. Como já somos tradicionais, acredito que seja possível atingir a marca neste ano. Na feira de Londrina, o fluxo de pessoas é maior porque atendemos toda uma região, mas a Expoingá também tem atendido nossas expectativas", relatou ele.
As concessionárias de veículos também não podem reclamar. Ontem, a movimentação era intensa em diversas delas. A Noma Motors, por exemplo, que vende automóveis Toyota, tinha negociado cinco carros até as 18 horas. "É difícil estipular um número fechado, mas estamos indo muito bem e acredito que será possível atingir nossas metas de comercialização", explicou a assistente de Recursos Humanos da concessionária, Serena Magda.
No segmento de máquinas e implementos agrícolas, a animação era um pouco menor. Eventos como as eleições e a Copa do Mundo atrapalham as vendas, segundo os gerentes com estandes na feira. "O ponto positivo são as linhas de crédito com prazos e juros atrativos e o negativo são essas datas. As vendas não estão melhores se comparadas às do ano passado, mas pelo menos têm superado o que estávamos aguardando", relatou Osmar Marega, gerente da Kato Tratores, que comercializa a marca Valtra. (V.L.)





