No segundo dia da 41ª edição da Expoingá, os comerciantes estavam com boas expectativas em relação às vendas e movimentação de clientes no Parque de Exposições Francisco Feio Ribeiro. Os entrevistados pela FOLHA relembraram a boa comercialização de anos anteriores e esperam crescimento para 2013.
O proprietário de uma das maiores bancas de cocada da Expoingá, o comerciante de Astorga, Ademilson Aparecido da Silva, está pela primeira vez na feira de Maringá. Ele acredita que pelo porte do evento é possível vender pelo menos 30 mil cocadas – a R$ 4 cada – durante os 11 dias de evento, o que totaliza por volta de R$ 120 mil. "Viajo em feiras pelo Brasil todo e pelo que estou vendo aqui até o momento acredito que o movimento vai ser interessante", avaliou o empresário. Só como comparativo, na ExpoLondrina a comercialização desta barraca fechou na casa dos R$ 300 mil.
Já Aparecida Pereira Torqueto aposta nas bijuterias em seu comércio na feira. É o quarto ano que ela participa da Expoingá, sendo que em 2013 espera um crescimento de pelo menos 15%. As oito mil peças que expõe em sua loja tem preços que variam entre R$ 5 e R$ 25. "Para que a movimentação aconteça de forma intensa existem alguns fatores, como os preços acessíveis de entrada no parque, artistas renomados para os shows e rodeios. Estou na expectativa."
Por fim, o criador de faisões e pavões de Santa Helena René Boico tem certeza que fará diversos negócios na Expoingá. Com aves ornamentais belíssimas no seu espaço, ele acredita comercializar pelo menos cem animais entre R$ 350 e R$ 500 cada. "Venho há cinco anos até aqui e sempre faço muitos negócios. Já sou conhecido neste ramo e inclusive já vendi animais para o ex-presidente Lula em duas ocasiões", relembrou. Um dos animais que mais chama a atenção em seu estande é o exemplar macho do faisão dourado. (V.L.)

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